Post 009 – Opção
Segunda-feira, 8 Dezembro, 2008
Por mais que muitos vejam defeitos nela, a internet trouxe um beneficio o qual diversas pessoas aindam não deram atenção.
Nós finalmente temos e liberdade de escolha.
Por mais que possamos dizer que tinhamos escolhas antes da popularização da internet, é inegavel o aumento do leque de opções do que podemos fazer, ler, ouvir e assistir. E pricipalmente, não estamos presos a horários ou condições para seguirmos estas opções.
Não precisamos mais folhear jornais para sabermos das noticias. Podemos olhar sites como o Google Noticias para ficarmos informados, inclusive mais rapidamente. Não precisamos mais comprar revistas para ler textos interessantes e informativos, pois os blogueiros estão por aí escrevendo excelentes matérias e expondo suas opiniões – e com isso não precisamos ficar presos a comentaristas como Diogo Mainardi. Uma rápida busca ou uma visita a comunidades de blogueiros permitem encontrar estes excelentes textos – obviamente existem textos ruins do mesmo modo que existem revistas e jornalistas ruins. Nem mesmo precisamos ficar presos ao computador: celulares, smartphones e tocadores de midia – mp3 e mp4 – permitem ler estes textos em suas telas.
Claro, podemos comprar, jornais, revistas, e continuarmos a ler os textos dos comentaristas. Apenas agora, temos mais de uma opção.
Graças a sites como o You Tube, não precisamos mais ficar presos ao que a televisão exibe em suas dezenas de canais. Podemos procurar por programas antigos, programas estrangeiros, programas de entrevista, novelas, noticiarios, filmes nacionais e internacionais, séries, e todo o tipo de programa possivel, mas podendo assistir na hora que você quiser, e não na hora que eles te obrigam a assistir. Você pode até mesmo assistir vídeos que outras pessoas, gente como você, cria. Inclusive, você pode levar estes vídeos em seu tocador de midia para assisti-los quando quiser e puder.
Claro, podemos assistir televisão como sempre assisitmos. A escolha é sua.
E a música. Com toda certeza, não ficamos mais presos as modas das rádios, que passam o que acham mais lucrativo, ou até mesmo o possível. Podemos ouvir o velho e novo, separados ou juntos, do leve ao pesados, do erudito ao heavy metal. Podemos misturar estilos. Podemos ouvir o que quisermos. Nem mesmo estamos presos mais as 12 faixas de um CD. Tudo graças ao MP3.
E você pode continuar escutando rádio e CD. Essa é a maravilha de você ter opção.
Há alguns meses, me questionei em relação a opção de ouvir aqueles programas de rádio que não tocam somente música, mas informam, dão dicas de saude, entrevistam personalidades, fofocam e tantas outras coisas interessantes de se ouvir. Então topei em algo muito interessante chamado podcast. São até mesmo mais que estes programas de rádio que procurava.
As pessoas criam seu programas em audio, falando sobre o que quiserem, dos mais variados assuntos e temas – inclusive temas que eu nunca ouvi nos programas de rádio -, permitindo que possamos baixar o arquivos e ouvirmos em nossos tocadores em qualquer lugar, sendo uma excelente opção além de ouvir musica, podemos ouvir aquilo que quisermos. E para minha surpresa, eles ainda permitem uma especie de “assinatura” que me permite saber sempre que algo novo sai no site sem precisar colocar meu email e correr o risco de receber spam! E em um unico site posso colocar quantas assinaturas eu quiser e acompanhar e selecionar aquilo que quero ouvir. E claro, ainda dá para comentar – e corrigir – o que eles falam, e eles respondem em seus programas!
Concluindo, quero que prestem atenção em todas as opções que estão surgindo. Afinal, somente tendo opção é que realmente temos escolha. Escolha sem opção é imposição. É censura. É ditadura.
Post 005 – Chaves, Chaplin, e Uma Nova Perspectiva
Quinta-feira, 4 Dezembro, 2008
Esta é uma re-edição de um velho e polemico post meu.
Um bom dia para você, e se não o vir durante o dia, boa tarde e boa noite.
Você, alguma vez, já procurou olhar para uma coisa com outra perspectiva? Você só analisa as coisas uma única vez? Nunca deu uma segunda olhada, ou a comparou com algo?
Bem, então vou ensina-lo a tentar fazer isso. E vamos usar como exemplo Chaves e Chaplin.
Você talvez se pergunte: “Acho que você quis dizer Chapolin.”
Errado. Eu vou falar de Charles Chaplin.
Veja a seguinte descrição:
Comédia que se baseia em uma personagem pobre ou miserável – mas carismatico em relação a quem assiste -, que é explorado por aqueles que são mais ricos e/ou superiores socialmente, ou aqueles que fingem ser ricos e/ou superiores socialmente. A probreza e a ignorancia da personagem são exploradas em tom de comédia, que se funde com o drama, a tristeza e o sofrimento pelo qual a personagem passa. As personagens secundárias são esteriotipos comumente encontrados no dia-a-dia, e grande parte destas personagens explora a inocencia e humildade da personagem principal. Os locais onde se passam a história são mal produzidos por falta de dinheiro em sua produção. Seu enredos possuem algumas falhas que são esquecidas em prol da diversão.
Antes que alguem fale, o certo é a personagem e não o personagem.
Agora vamos a pergunta: Esta descrição de caracteristicas bate com qual personagem?
Cinco para quem respondeu Chaplin. Cinco para quem respondeu Chaves. Dez para quem respondeu os dois.
Vejam só: Todo o cenário onde se passa Chaves – ou El Chavo del Ocho, seu nome original – é igualzinho ao cenário onde se passam os filmes de Charles Chaplin – ou Carlitos, o vagabundo, o nome deste carismático personagem. Observando por esse prisma, ambos possuem as mesmas caracteristicas. O que as diferenciam é a linguagem utilizada. Chaves é feito para a televisão. Chaplin é feito para o cinema.
Chaplin foi feito na Europa. Chaves foi feito no México. Chaplin existe a decadas. Chaves, tambem existe a decadas. Charles Chaplin é considerado um gênio. Roberto Gomez Bolaños – criador de Chaves – é considerado um Mexicano retardado. Você acha que Bolaños é um retardado?
Convenhamos, os nomes Chaplin e Chaves são nomes facilmente reconhecidos pelas pessoas. E são hilariantes. E são geniais.
Então gostaria de sua opinião sobre esta nova perspectiva. Compartilhe sua opnião comigo. Agradeço desde já…

